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28 de abr. de 2010

tatua a alma

Tatua a alma com dentes de anjos, desfaz as memórias das peles vis, tô de cá pra lá - daqui dali prali, estou no lugar do agora (agora) já devolvi seu ar de ontem, se o seu céu não deu já foi o seu tempo... Meu!

como não?

Nem tão - nem tão tal, nem tão nada bem, nem tão nada mal, então? Vem zen aquém sem alguém, vem mais cru que o desconhecido além, se não tá bem nem vem - fica aí ido, doído.
Minhas sobras não me dão mais uma mão, sem saídas de ilusão, como se faz então! A circulação, o ir, o vir sem cair no vão. Então vou sem chão, sem ponto final, sem vírgula ou sem ponto de exclamação... como NãO!?

Pólens, pólis, fabris

Pólens, pólis, fabris, desmoronam nos poréns daqui, pois és ex-mins imaginários, venho e vim.
Sacros explodem,Via crucis Crucis mobiles, com ou sem ninguém, se tem ou não tem? No tórax além dos sacrifixos, os restos vivos, peitam quem?